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Das dores de perdas

  • 7 de set. de 2017
  • 2 min de leitura

É chato, bem na minha volta eu iniciar esse texto com coisas ruins. Mas, em certas coisas, a vida tem de ser assim mesmo.

Desses tempos todos, andei vivendo muita coisa, mas nada de anormal até certo ponto dos dias.

O primeiro baque mais profundo (e o pior de todos) foi a morte do meu avô. Algo que repentinamente aconteceu, pois nos dias anteriores aí seu falecimento, ele estava bem, com saúde, e fazendo suas coisas normalmente. Nota-se que ele não tinha sequer um problema de saúde, algo totalmente incomum a integrantes da sua idade (ele tinha 88 anos).

Foi doloroso, ter de imaginar que meu avô não poderia mais estar aqui em corpo físico. Mas apesar disso, ainda tive equilíbrio de não cair no desespero profundo. Fui muito forte (graças a Deus), e consegui entender a morte dele através de algumas nuanças:

1-Ele viveu 88 anos, e com muita saúde, mesmo depois de uma AVC 14 anos antes.

2-Ele viveu muito ativamente. O mesmo reformava (com ajuda de serventes) as próprias casas. Nós temíamos por ele. Porém, ele era bem teimoso e fazia o que queria.

3- Ele viveu muito, apesar da vida simples, sem mitos recursos financeiros, a não ser o aluguel das casas de quem cuidava e cobrava os aluguéis dos inquilinos.

Depois, um mês e pouco depois, veio a morte de um dos meus ídolos: Chester Bennington. Eu estava em sala de aula, quando recebi a notícia. Achei até que fosse mentira, engano ou coisa assim. Mas olhei nos portais e vi a verdade bem estampada ali, na telinha do celular. Foi como um soco no meu estômago. "A minha banda de rock predileta, acabar assim, de uma hora pra outra, dessa maneira tão trágica?", me perguntei na hora.

Sai discretamente de sala. Fique perdido, perguntando o por que daquilo. Ate hoje fico com a sua imagem em minha mente (assim como a do meu avô). Não chorei, mas isso foi com se tivessem arrancado uma parte de mim(Mais uma até então).

E foi assim. Em ambas as mortes, foram-se dois pedaços. Um Maior e outro menor, em sequência.

Mas dessas dores, tiro a lição, de que tudo um dia termina, por pior que seja. E que de alguma maneira, Deus nos faz caminhar, e seguir, pois com cada passo que damos com essa ausência, as chagas vão se curando, e posteriormente, o vazio vai sendo um cômodo habitual dentro do coração, que mesmo não querendo, se encaixa em cada um de nós.

 
 
 

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